Lamentos e lamentos

"Nada pode deter o único mal irremediavel, nada pode deter a maior maldição de deus. Porque tudo que começa, termina. Porque tudo que é vivo, morre."
Musica, In The Darkness do Accept http://rafaelthewarrior.sites.uol.com.br/musicas/Accept-InTheDarkness.mp3
Escrito por Rafael DarkThoughts às 20h35
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Lamentos e lamentos
"Então você acha que pode dizer a diferença entre o céu e o inferno?" Dizia aquela velha canção Que eu ouvia quando era pequeno
Nada ultimamente fez tanto sentido Quanto essas simples palavras Porque você pode morar no céu E viver no inferno ao mesmo tempo
Porque você pode ter o carro do ano Uma casa linda, muito dinheiro E quando ninguem está olhando Você chora como uma criança perdida
"Então você acha que pode dizer a diferença entre trilhos de ferro e campos verdes?" Tudo que é belo um dia morre Tudo isso por culpa do homem
Hoje eu estava tão bem mas ouvi aquela musica Eu achava que eu era normal quando ouvi aquilo E subitamente o inferno me invadiu novamente Me fazendo lembrar que eu matei o meu tesouro
E tudo isso por impedir a vinda de um ente querido Tudo isso por matar o amor que ele teria por mim Tudo isso por um capricho bobo que eu tinha Tudo isso por agir sem pensar em nada
"Então você acha que pode dizer a diferença entre o céu e o inferno?" E meu anjinho morreu faz muito tempo "Como eu queria... Como eu queria você aqui"
Escrito por Rafael DarkThoughts às 20h34
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A Morte do Traído (O Fim do Vampiro)

Essa é a primeira vez q eu assumo esse "eu lirico", como devem ter percebido, em tudo q eu escrevo eu assumo personagens para escrever e essa é a primeira vez q uso esse personagem, bom, não sei como me sai... cabe a quem conhece melhor q eu dizer...
Para quem curte metal ai vai uma musica muito boa da banda Steel attack, Enslaved, para baixa-la clique no link abaixo http://rafaelthewarrior.sites.uol.com.br/musicas/SteelAttack-Enslaved.mp3
Escrito por Rafael DarkThoughts às 11h43
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A Morte do Traído (O Fim do Vampiro)
Toque minha face e sinta o céu Como se você estivesse voando Me abrace e sinta a fria ventania Enquanto eu estou cantando
Desaparecendo completamente Me segure e me sentirá leve Segure aqui na minha mão Congelo a sua branca pele
Isso estará comigo até o fim Essa culpa me machuca sempre Derramar o sangue para viver A culpa de matar um inocente
E o pastor permitiu tudo isso Sua vontade é o meu escudo Vou agora pela minha vontade Ele nunca me puniu pelo escuro
A luz do dia entra pela sala Aos poucos me perco de você Sumindo como uma sombra O dia me faz muito sofrer
E ao pó eu finalmente voltarei Nunca mais precisarei de sangue Triste fim da alma manchada Nunca mais matarei por sangue
Escrito por Rafael DarkThoughts às 11h32
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Death

Ja se arrependeu de desejar algo com muita vontade? mas agora é tarde, está feito, tarde demais... só resta esperar as feridas serem curadas pelo tempo, só nos resta esperar a noite morrer, esperar nosso sol nascer... essa é a vontade do nosso pai... infelizmente...
Se vc quer comentar e o link não aparece, espere mais um pouco, se mesmo assim não aparecer aperte F5 e espere um pouco, se mesmo assim não aparecer então deixe pra lá...
segue mais um poema escrito por mim.
Escrito por Rafael DarkThoughts às 14h55
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Morte
| Durante a noite arrepiante |
| Com a lua brilhante |
| O meu coração pulsante |
| Não consegue ir adiante |
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| O silencio amargo |
| É apenas quebrado |
| Pelo vento armado |
| Me deixando congelado |
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| Suspiros mortos |
| Esfriam nossos corpos |
| O pesado ar invólucro |
| O doce sabor mórbido |
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| Queria ser lembrado |
| Palavras teriam me salvado |
| Perde-se meu legado |
| Pelo seu esquecimento salgado |
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| Alma ainda viril |
| Coração ainda juvenil |
| A tristeza me leva a fio |
| A morte agora me viu |
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| Solto o ultimo suspiro |
| Antes de invadir o infinito |
| No meu fim longínquo |
| Agora queria não ter morrido |
Escrito por Rafael DarkThoughts às 14h52
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O que mais eu poderia colocar aqui hoje, sexta feira 13... o Poema Trevas de Lord Byron, hoje tenho que beber um bom vinho... hoje é dia de sair.
Escrito por Rafael DarkThoughts às 13h27
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Trevas
Eu tive um sonho que não era em tudo um sonho O sol esplêndido extinguira-se, e as estrelas Vaguejavam escuras pelo espaço eterno, Sem raios nem roteiro, e a enregelada terra Girava cega e negrejante no ar sem lua; Veio e foi-se a manhã - veio e não trouxe o dia; E os homens esqueceram as paixões, no horror Dessa desolação; e os corações esfriaram Numa prece egoísta que implorava luz: E eles viviam ao redor do fogo; e os tronos, Os palácios dos reis coroados, as cabanas, As moradas, enfim, do gênero que fosse, Em chamas davam luz; cidades consumiam-se E os homens se juntavam juntos às casas ígneas Para ainda uma vez olhar o rosto um do outro; Felizes quanto residiam bem à vista dos vulcões e de sua tocha montanhosa; Expectativa apavorada era a do mundo; queimavam-se as floresta - mas de hora em hora Tombavam, desfaziam-se - e, estralando, os troncos Findavam num estrondo - e tudo era negror. À luz desesperante a fronte dos humanos Tinha um aspecto não terreno, se espasmódicos Neles batiam os clarões; alguns, por terra, Escondiam chorando os olhos,; apoiavam Outros o queixo às mãos fechadas, e sorriam; Muitos corriam para cá e para lá, Alimentando a pira, e a vista levantavam Com doida inquietação para o trevoso céu A mortalha de um mundo extinto; e então de novo Com maldições olhavam a poeira, e uivavam, Rangendo os dentes; e aves bravas davam gritos E cheias de terror voejavam junto ao solo, Batendo asas inúteis; as mais rudes feras Chegavam mansas e a tremer; rojavam víboras, E entrelaçavam-se por entre a multidão, Silvando, mas sem presas - e eram devoradas. E fartava-se a Guerra que cessara um tempo, E qualquer refeição comprava-se com sangue; E cada um sentava-se isolado e torvo, Empanturrando-se no escuro; o amor findara; A terra era uma idéia só - e era a de morte Imediata e inglória; e se cevava o mal Da fome em todas as entranhas; e morriam Os homens, insepultos sua carne e ossos; Os magros pelos magros eram devorados, Os cães salteavam os seus donos, exceto um, Que se mantinha fiel a um corpo, e conservava Em guarda as bestas e aves e os famintos homens, Até a fome os levar, ou os que caíam mortos Atraírem seus dentes; ele não comia, Mas com um gemido comovente e longo, e um grito Rápido e desolado, e relambendo a mão Que já não o agradava em paga - ele morreu. Finou-se a multidão de fome, aos poucos; dois, Porém, de uma cidade enorme resistiram, Dois inimigos, que vieram encontrar-se Junto às brasas agonizantes de um altar Onde se haviam empilhado coisas santas Para um uso profano; eles as revolveram E trêmulos rasparam, com as mão esqueléticas, As débeis cinzas, e com um débil assoprar Para viver um nada, ergueram uma chama Que não passava de um arremedo; então alcançaram Os olhos quando ela se fez mais viva, e espiaram O rosto um do outro - ao ver, gritaram e morreram - Morreram de sua própria e mútua hediondez, Sem um reconhecer o outro em cuja fronte Grafara a fome "diabo". O mundo se esvaziara, O populoso e forte era um informe massa, Sem estações nem árvore, erva, homem, vida, Massa informe de morte - um caos de argila dura. Pararam lagos, rios, oceanos: nada Mexia em suas profundezas silenciosas; Sem marujos, no mar as naus apodreciam, Caindo os mastros aos pedaços; e, ao caírem, Dormiam nos abismos sem fazer mareta, Mortas as ondas, e as marés na sepultura, Que já findara sua lua senhoril. Os ventos feneceram no ar inerte, e as nuvens Tiveram fim; a Escuridão não precisava De seu auxílio - as Trevas eram o Universo.
Escrito por Rafael DarkThoughts às 12h18
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The End Of My Journey

Porque??? Porque eu escrevo aqui??? não sei... Me pergunto se eu fiz diferença para vc, eu q fui sincero sempre, eu q sempre mostrei aqui minha alma nua... mereço ser jogado aos leões? Porque me abandonaram? suplico... perdão... Voltem todos vcs... não me deixem sumir, eu sou como uma lenda, me alimento d seus pensamentos, d suas palavras, se cair no esquecimento, morrerei sofrendo... perdão...
Escrito por Rafael DarkThoughts às 11h14
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O Fim da Minha Jornada
Eu termino a minha jornada aqui Minhas pernas não agüentam mais Finalmente você me derrubou Temo por não conseguir caminhar
As feridas não cicatrizam Cambaleando em direção a morte O sangue escorre lentamente Morrerei logo com sorte
Perdi a minha fé em vocês Ninguém luta ao meu lado Todos concordam comigo Mas continuam calados
Porque eu não perguntarei Mas sem vocês eu nada serei E eu fiquei aqui sozinho de novo Jogado, de volta aos corvos
Posso dizer que os amo E me despeço em pranto Estou caindo e o que você faz Me deixa cair e levantar nunca mais
Não me diga que você não sabia Que você nunca foi avisado A ultima chance, ultima esperança Sua indiferença que tanto me cansa
Por Favor, Me Levanta!!!
Escrito por Rafael DarkThoughts às 11h08
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My Place
Repito, no fim tudo foi em vão, quando eu parar de escrever aqui ninguem se lembrará o que eu escrevi, quando eu morrer ninguem vai lembrar que eu existi, ninguem saberá pq eu escrevia, ninguem vai ler o que escrevi, ninguem me mantera em sua lembrança... ninguem saberá de nada... ninguem manterá minha alma viva, ninguem deixará que eu vague livre de mente em mente... no fim tudo foi em vão...
E vocês não dizem nada....
Escrito por Rafael DarkThoughts às 12h46
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Meu lugar
| ...e a luz da lua passava pelas nuvens |
| Como o sangue passa pela ferida |
| Pintando tudo que tocava de cinza e velho |
| Me banhe e mostre à eles minha veradeira face |
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| Perdido no cinza, buscando aflito |
| O caminho longinquo para o dia |
| Muitos lobos guardam a caminho |
| Os vejo, sinto frio na minha barriga |
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| Preso nesse enorme lugar distante |
| Terras mortas... terras frias e mortas |
| Nunca paro um único instante |
| Procuro desesperadamente a porta |
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| Agora aqui parece um lugar conhecido... |
| Um lugar secreto, onde eu vinha chorar |
| De repente tudo se torna tão familiar |
| Estou preso na minha mente, meu lugar |
Escrito por Rafael DarkThoughts às 12h37
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